por Melina Dalboni
A mais nova funkeira do Rio não vem dos morros. Cunhada de João Gilberto e filha do conhecido dentista Olympio Faissol, a cantora Heloísa Faissol anda fazendo sucesso no Youtube com a música "Dou pra cachorro". Aos 38 anos, depois de ter sido estilista, acrobata, atriz, pintora e bailarina, a socialite resolveu cantar funk safadinho, chocando a família e o high society.
- Estou sem falar com minha família desde o ano passado. Tenho um irmão diplomata que está achando que eu estou doente - conta, às gargalhadas.
Heloísa vem sendo chamada de a nova Narcisa Tamborindeguy, de quem ela até admira a "autenticidade", mas acha que falta pé no chão. O outro apelido é Heloísa Quebra-Mansão.
Mas, por que agora a música? Por causa do Chico Buarque, ela exclama. Na tentativa de conquistá-lo, Heloísa escreveu textos, cartas, poemas, músicas e pintou quadros. Sua última cartada foi arriscar um rap: "Miau, miau, miau, pode até fazer au-au, pois só vou me sossegar quando eu te conquistar".
- Quando conheci o Chico, eu o admirei muito. Além de ser um grande artista, ele é ótimo pai, respeita a ex-mulher, é encantador, ético, ajuda outros artistas, ajuda os pobres, daí fiquei meio obcecada por ele. Tive até que fazer terapia porque minha vida parou - conta.
Admiradora de Preta Gil, Rita Lee e Carla Bruni, a funkeira que só tem "Dou pra cachorro" atualmente no repertório, atrai críticas. O DJ Marlboro disse que entende "quando os meninos da comunidade lançam músicas pornográficas, apesar de não concordar", mas uma patricinha ele não aceita porque "é muita queimação de filme para o funk". Por outro lado, Heloísa recebe o apoio de Tati Quebra-Barraco, com quem pensa em gravar.
- Por causa dessa música, ficam falando que eu sou burra. Mas deixa pra lá, um dia eu vou mostrar minhas outras letras, que falam de política, amor, crise, drogas - diz, enquanto fuma um... Marlboro.
Ela gostaria de gravar um CD e se apresentar no Via Show:
- Com a música, eu me encontrei. Não tenho dinheiro para fazer um CD agora, mas não vou desistir, mesmo sem o apoio da família.
Seu filho, João Artur, de 12 anos, entende o trabalho, ela diz.
Desde que começou a cantar seu primeiro e por enquanto único funk (Versão original: "Tô fervendo, tô no ponto, eu dou no primeiro encontro/ Se você for tarado, vem que eu gosto do babado"), as relações com a família estremeceram:
- Minha mãe mandou um recado de que me perdoou. Mas, de quê? Eu não matei, não roubei, não traí, não menti, mas eles não compreendem meu trabalho. Meu pai é um que vem com um discurso moralista.
João Gilberto, pai de sua afilhada Luisa Carolina - filha de sua irmã, Cláudia Faissol - também parece não aprovar.
- Soube que ele disse "A Lolozinha está muito doente. Precisa ser tratada". Ficou horrorizado - conta - Mas o João é um amor.
A carioca, que agora frequenta o Morro da Babilônia, no Leme, quer distância das "festas chatas" e dos "papos fúteis".
- O high society é falso. As pessoas mais simples falam na lata: "O cara transava mal pra caramba, parecia uma britadeira". As socialites dizem, com um sorrisinho: "Ai, ele é um amor". Às vezes, nem transam, nem gozam, mas têm que representar aquele personagem lady.
Depois de ser chamada de "Helouca" pelos antigos amigos, ela decidiu só andar com artistas e a turma da comunidade.
Formada pela Escola Suíço-Brasileira, em Santa Teresa, Heloísa estudou com Letícia e Tonico Monteiro de Carvalho, Marisa e Maria Rita Magalhães Pinto e Jaqueline De Botton. Aos 17 anos, foi morar em Paris, onde se formou em moda pela Esmod. Quando voltou ao Rio, resolveu abrir um ateliê, que durou pouco mais de um ano. Então estudou marketing, acrobacia, circo, pintura e namorou Duda Lacerda Soares, Andy Lundgren, João Pellegrino e o editor Charles Cosac.
Hoje, apesar de cantar para quem quiser ouvir que dá pra cachorro, conta que "está na seca".
- Eu adoraria estar dando pra cachorro porque quem dá pra cachorro deve estar feliz. Mas eu sou muito romântica. Escrevi essa letra inspirada numa amiga que estava dando mole para todos os homens num bar, e no Nietzsche, meu cachorro, que ficava trepando na perna de todo mundo que ia lá em casa.
A música que toca nas rádios é uma versão mais light da que roda na internet. Os DJs acharam o funk pesado demais e pediram uma letra mais leve.
- A maioria das pessoas para quem eu mostro a música cai na gargalhada. É quase uma coisa infantil, é lúdica, debochada.
Heloísa tem na gaveta o "Funk da galinha": "Cócórócócó, vem, me roça o fiofó/ Cócórócócó, te dou mole, dou sem dó".
Resta saber se as rádios vão pedir uma versão mais leve...
fonte: O Globo
http://musicaoriginalbrasileira.blogspot.com/
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Saturday, May 02, 2009
Thursday, November 27, 2008
Conservadores americanos são mais bem humorados que os liberais
John Tierney
Do 'New York Times'
Liberais ou conservadores, qual deles possuem o melhor senso de humor?
Como é feito em pesquisas experimentais, começamos pedindo a avaliação, em escala de um (nada engraçado) a nove (hilariante), às seguintes três tentativas de humor:
1. Jake está prestes a iniciar uma jogada em um campo de golfe quando passa um longo cortejo fúnebre. Ele pára sua tacada, tira o chapéu, fecha os olhos e se curva para rezar. Seu companheiro de jogo fica profundamente impressionado. “Isso é a coisa mais tocante que já vi”, diz. Jake responde, “é, bom, nós fomos casados por 35 anos”.
2. Deveria haver na ciência o chamado “efeito rena”. Não sei exatamente o que seria, mas imagine que interessante ouvir alguém dizendo: “Senhoras e senhores, o que temos aqui é um assustador exemplo do efeito rena”.
3. Ao ver dois sujeitos chamados Hambone e Flippy, qual deles você apostaria que gostasse mais de golfinhos? Eu diria o Flippy, mas estaria errado... Quem aprecia mais o animal é o Hambone.
Em recente estudo, essas foram algumas das piadas avaliadas por quase 300 pessoas, em Boston, nos Estados Unidos (veja outras perguntas no TierneyLab). Os pesquisadores escolheram uma variedade de piadas (boas, ruins, convencionais e absurdas) para examinar as diferentes reações entre os auto-intitulados liberais e os conservadores.
Eles esperavam que os conservadores gostassem de piadas tradicionais, como a do golfista viúvo, que reforçam estereótipos raciais e sexistas. Por sua vez, os liberais foram previamente descritos como mais flexíveis e abertos a novas idéias. Assim, os pesquisadores acreditavam que eles rissem mais com humor não-convencional, como os “Pensamentos Profundos” de Jack Handey sobre o efeito rena de Hambone.
É verdade, os conservadores avaliaram as piadas tradicionais sobre golfe e mulheres como, significativamente, mais engraçadas do que fizeram os liberais. Mas também deram classificação mais alta aos “Pensamentos Profundos” absurdos. Na verdade, eles gostaram de todos os tipos de humor, mais que os liberais.
“Fiquei surpreso”, disse Dan Ariely, psicólogo da Universidade Duke que trabalhou na pesquisa ao lado de Elisabeth Malin, estudante da Faculdade Mount Holyoke. “Os conservadores deveriam ser rígidos e menos sofisticados, mas gostaram até mesmo do humor mais complexo”.
Seriam os conservadores mais divertidos? Deveriam os liberais descrever a si mesmos como deficientes de humor? Para investigar essas questões, precisamos aprofundar-nos na ciência do humor (o que não é uma iniciativa engraçada), começando com dois tipos básicos de humor identificados nos anos 1980 por Willibald Ruch, psicólogo da Universidade de Zurique.
A primeira categoria é o humor de resolução incongruente. Ele cobre as piadas e cartuns tradicionais onde a inconveniência do auge da história (o marido que falta ao funeral da esposa) pode ser resolvida com outra informação (ele está jogando golfe). É possível entender a piada com facilidade e muitas vezes há um reforço de estereótipos (o marido obcecado por golfe).
Ruch e outros pesquisadores relataram que esse humor, com sua estrutura ordenada e reforço a estereótipos, apela principalmente a conservadores que evitam a ambigüidade e idéias novas complicadas demais. Também, que foram mais reprimidos e conformistas que os liberais.
Muitos cartuns "Far Side”, esquetes de Monty Python e “Pensamentos Profundos” fazem parte da segunda categoria, o humor “nonsense”. A incongruência do auge da história não é ordenadamente solucionada – a pessoa é livre para aproveitar a ambigüidade e a absurdez do efeito rena ou da afeição de Hambone por golfinhos. Esse humor apelaria mais aos liberais pela “abertura às idéias” e tendência de “buscar novas experiências”.
Então, por que os conservadores gostaram mais do humor de “Pensamentos Profundos” do que os liberais? Uma explicação possível é que a rigidez dos conservadores importou menos que outro aspecto de suas personalidades. Rod Martin, autor de “A Psicologia do Humor”, disse que os resultados do estudo podem refletir outra feição que combina com um gosto por piadas: a alegria.
“Conservadores tendem a ser mais felizes que os liberais em geral”, disse Martin, psicólogo da Universidade de Western Ontario. “Uma percepção conservadora racionaliza a desigualdade social, aceitando o mundo como ele é e tornando-o uma ameaça menor ao seu bem-estar. Enquanto uma percepção liberal leva à insatisfação com o mundo corrente e uma sensação de que as coisas precisam mudar”. Outra explicação possível é que os conservadores, ou pelo menos os de Boston, na verdade são mais flexíveis do que os cientistas sociais acreditam.
Os estudos saudando a não-conformidade e “abertura a idéias” dos liberais foram realizados por cientistas sociais trabalhando em uma cultura extremamente homogênea em relação à política. Na área de ciências sociais e entre acadêmicos de humanidades, há uma proporção de pelo menos sete democratas para cada republicano, segundo estudo de Daniel Klein, economista da Universidade George Mason. Se você é um professor que realmente “busca novas experiências”, tente visitar um clube de acadêmicos hoje e distribuir folhetos McCain-Palin.
Seria possível que a imagem dos conservadores como neuróticos dogmáticos desprovidos de humor fosse baseada em preconceitos políticos no lugar da ciência social? Philip Tetlock, psicólogo da Universidade da Califórnia, Berkeley, disse que mesmo havendo diferenças válidas, “liberais e conservadores têm as mentes igualmente fechadas para lidar com evidências dissonantes do mundo real”.
Então, talvez os conservadores não sejam mal-humorados. Pode ser que o estereótipo do conservador rígido e sério tenha mais a ver com o pensamento grupal dos cientistas sociais e sua suspeita em relação aos forasteiros – que, se pensarmos bem, lembra o comportamento de rebanho de certos animais com casco. Senhoras e senhores, o que temos aqui é um assustador exemplo do efeito rena.
fonte: g1
Do 'New York Times'
Liberais ou conservadores, qual deles possuem o melhor senso de humor?
Como é feito em pesquisas experimentais, começamos pedindo a avaliação, em escala de um (nada engraçado) a nove (hilariante), às seguintes três tentativas de humor:
1. Jake está prestes a iniciar uma jogada em um campo de golfe quando passa um longo cortejo fúnebre. Ele pára sua tacada, tira o chapéu, fecha os olhos e se curva para rezar. Seu companheiro de jogo fica profundamente impressionado. “Isso é a coisa mais tocante que já vi”, diz. Jake responde, “é, bom, nós fomos casados por 35 anos”.
2. Deveria haver na ciência o chamado “efeito rena”. Não sei exatamente o que seria, mas imagine que interessante ouvir alguém dizendo: “Senhoras e senhores, o que temos aqui é um assustador exemplo do efeito rena”.
3. Ao ver dois sujeitos chamados Hambone e Flippy, qual deles você apostaria que gostasse mais de golfinhos? Eu diria o Flippy, mas estaria errado... Quem aprecia mais o animal é o Hambone.
Em recente estudo, essas foram algumas das piadas avaliadas por quase 300 pessoas, em Boston, nos Estados Unidos (veja outras perguntas no TierneyLab). Os pesquisadores escolheram uma variedade de piadas (boas, ruins, convencionais e absurdas) para examinar as diferentes reações entre os auto-intitulados liberais e os conservadores.
Eles esperavam que os conservadores gostassem de piadas tradicionais, como a do golfista viúvo, que reforçam estereótipos raciais e sexistas. Por sua vez, os liberais foram previamente descritos como mais flexíveis e abertos a novas idéias. Assim, os pesquisadores acreditavam que eles rissem mais com humor não-convencional, como os “Pensamentos Profundos” de Jack Handey sobre o efeito rena de Hambone.
É verdade, os conservadores avaliaram as piadas tradicionais sobre golfe e mulheres como, significativamente, mais engraçadas do que fizeram os liberais. Mas também deram classificação mais alta aos “Pensamentos Profundos” absurdos. Na verdade, eles gostaram de todos os tipos de humor, mais que os liberais.
“Fiquei surpreso”, disse Dan Ariely, psicólogo da Universidade Duke que trabalhou na pesquisa ao lado de Elisabeth Malin, estudante da Faculdade Mount Holyoke. “Os conservadores deveriam ser rígidos e menos sofisticados, mas gostaram até mesmo do humor mais complexo”.
Seriam os conservadores mais divertidos? Deveriam os liberais descrever a si mesmos como deficientes de humor? Para investigar essas questões, precisamos aprofundar-nos na ciência do humor (o que não é uma iniciativa engraçada), começando com dois tipos básicos de humor identificados nos anos 1980 por Willibald Ruch, psicólogo da Universidade de Zurique.
A primeira categoria é o humor de resolução incongruente. Ele cobre as piadas e cartuns tradicionais onde a inconveniência do auge da história (o marido que falta ao funeral da esposa) pode ser resolvida com outra informação (ele está jogando golfe). É possível entender a piada com facilidade e muitas vezes há um reforço de estereótipos (o marido obcecado por golfe).
Ruch e outros pesquisadores relataram que esse humor, com sua estrutura ordenada e reforço a estereótipos, apela principalmente a conservadores que evitam a ambigüidade e idéias novas complicadas demais. Também, que foram mais reprimidos e conformistas que os liberais.
Muitos cartuns "Far Side”, esquetes de Monty Python e “Pensamentos Profundos” fazem parte da segunda categoria, o humor “nonsense”. A incongruência do auge da história não é ordenadamente solucionada – a pessoa é livre para aproveitar a ambigüidade e a absurdez do efeito rena ou da afeição de Hambone por golfinhos. Esse humor apelaria mais aos liberais pela “abertura às idéias” e tendência de “buscar novas experiências”.
Então, por que os conservadores gostaram mais do humor de “Pensamentos Profundos” do que os liberais? Uma explicação possível é que a rigidez dos conservadores importou menos que outro aspecto de suas personalidades. Rod Martin, autor de “A Psicologia do Humor”, disse que os resultados do estudo podem refletir outra feição que combina com um gosto por piadas: a alegria.
“Conservadores tendem a ser mais felizes que os liberais em geral”, disse Martin, psicólogo da Universidade de Western Ontario. “Uma percepção conservadora racionaliza a desigualdade social, aceitando o mundo como ele é e tornando-o uma ameaça menor ao seu bem-estar. Enquanto uma percepção liberal leva à insatisfação com o mundo corrente e uma sensação de que as coisas precisam mudar”. Outra explicação possível é que os conservadores, ou pelo menos os de Boston, na verdade são mais flexíveis do que os cientistas sociais acreditam.
Os estudos saudando a não-conformidade e “abertura a idéias” dos liberais foram realizados por cientistas sociais trabalhando em uma cultura extremamente homogênea em relação à política. Na área de ciências sociais e entre acadêmicos de humanidades, há uma proporção de pelo menos sete democratas para cada republicano, segundo estudo de Daniel Klein, economista da Universidade George Mason. Se você é um professor que realmente “busca novas experiências”, tente visitar um clube de acadêmicos hoje e distribuir folhetos McCain-Palin.
Seria possível que a imagem dos conservadores como neuróticos dogmáticos desprovidos de humor fosse baseada em preconceitos políticos no lugar da ciência social? Philip Tetlock, psicólogo da Universidade da Califórnia, Berkeley, disse que mesmo havendo diferenças válidas, “liberais e conservadores têm as mentes igualmente fechadas para lidar com evidências dissonantes do mundo real”.
Então, talvez os conservadores não sejam mal-humorados. Pode ser que o estereótipo do conservador rígido e sério tenha mais a ver com o pensamento grupal dos cientistas sociais e sua suspeita em relação aos forasteiros – que, se pensarmos bem, lembra o comportamento de rebanho de certos animais com casco. Senhoras e senhores, o que temos aqui é um assustador exemplo do efeito rena.
fonte: g1
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nada é o que parece,
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Tuesday, June 17, 2008
PIPA Chat
Caro(a) companheiro(a) partidário(a), seja um político consciente e ativo(a) (ok, e passivo(a) também de vez em quando, quando houver uma oportunidade de aproximação com a base), participe das reuniões deliberatórias do partido no msn. siga as instruções a seguir:
1- adicione Éris como amiga:
mgroup44237@hotmail.com
2- Após adicionar e ver sua nova amiga Éris online, chame sua atenção (nudge).
3- Ela enviará um convite:
Éris está convidando você para iniciar a opção Activity Panel. Deseja Aceitar (Alt+C) ou Recusar (Alt+Z) o convite?
4 - Clique em aceitar ou aperte ALT-C, após isso você verá sua nicklist ao lado da janela do msn com as pessoas que já estão participando da sala. (Aparece todas as pessoas que estão adicionada ao chat, tanto as que estão online no momento, como as que estão offline).
saudações gansianas!
:::
e você? ainda não filiou-se ao PIPA? o que está esperando?
Registre-se Djá!
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1- adicione Éris como amiga:
mgroup44237@hotmail.com
2- Após adicionar e ver sua nova amiga Éris online, chame sua atenção (nudge).
3- Ela enviará um convite:
Éris está convidando você para iniciar a opção Activity Panel. Deseja Aceitar (Alt+C) ou Recusar (Alt+Z) o convite?
4 - Clique em aceitar ou aperte ALT-C, após isso você verá sua nicklist ao lado da janela do msn com as pessoas que já estão participando da sala. (Aparece todas as pessoas que estão adicionada ao chat, tanto as que estão online no momento, como as que estão offline).
saudações gansianas!
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Tuesday, May 29, 2007
Monday, December 25, 2006
Discordia Brasilis - O Recrutamento
Discordia Brasilis - O Livro:
Discordianos do Brasil!
Está iniciado o projeto do livro Discordia Brasilis, um livro discordiano feito em conjunto. Este livro coletivo será o primeiro de muitos. Discordianos, contribuam com o que quiserem: textos, desenhos, fotos, dinheiro, sexo, trabalho escravo, etc...
Seja como for, como quer que seja, não sem antes um churros, entretanto...
Discordia Brasilis - O Zine:
Colocaremos neste zine tudo o que pode ir para o Discordia Brasilis para assim experimentar.
Colaborações (idéias, textos, demais contribuições) através do e-mail discordianismo@gmail.com e na comunidade Sabedoria Insana
Salve Éris!
->:::<-
Discordia Brasilis - O Livro:
Discordianos do Brasil!
Está iniciado o projeto do livro Discordia Brasilis, um livro discordiano feito em conjunto. Este livro coletivo será o primeiro de muitos. Discordianos, contribuam com o que quiserem: textos, desenhos, fotos, dinheiro, sexo, trabalho escravo, etc...
Seja como for, como quer que seja, não sem antes um churros, entretanto...
Discordia Brasilis - O Zine:
Colocaremos neste zine tudo o que pode ir para o Discordia Brasilis para assim experimentar.
Colaborações (idéias, textos, demais contribuições) através do e-mail discordianismo@gmail.com e na comunidade Sabedoria Insana
Salve Éris!
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Friday, July 21, 2006
Delírio Coletivo
E fez-se a luz!
Ou não.
Período Nonsense
Ao longo da história, a maioria dos movimentos literários e artísticos contradiziam o movimento anterior. O Renascimento foi contra tudo o que a Era Medieval disse, o Realismo negava os fundamentos do Romantismo e assim por diante.
Já o movimento Nonsense resolveu que não gostaria de contradizer o movimento anterior, no caso, o Modernismo e a Pop Art, o Nonsense quis negar absolutamente tudo ou não negar absolutamente nada.
Sob a máxima "Pra que fazer sentido!?", esse movimento cria uma contradição de tudo e dele mesmo, com raízes em todos os estilos literários e tendo por característica a abolição da linguagem figurada, nada mais era figurativo, tudo era real, e o que era real não existia, ou existia, ou o que quer que o leitor prefira.
O que aconteceu foi que no fim do século XX e começo do século XXI, com o fim da Guerra Fria, a ascensão dos EUA como maior força política e econômica do mundo, detendo um poder quase imperialista e com a estagnação de todo e qualquer movimento revolucionário, o mundo conheceu um período de conformismo em que qualquer coisa era uma revolução. Andar fantasiado, por exemplo, ou simplesmente usar um nariz de palhaço pela rua, já causava um grande choque por quebrar a monotonia cotidiana. O movimento DC, autor da obra Sofia, foi um dos primeiro a notar isso e adotar a idéia do Nonsense.
Da idéia para a prática foi um pulo. Embora no começo, apenas algumas pessoas tivessem adotado essa "revolução", assim como em qualquer outra já ocorrida, o clima e as idéias sem sentido foram tomando proporções mundiais e o mundo conheceu uma época maravilhosa, onde a espontaneidade e a imaginação tomaram conta de todos e tudo passou a ser fantástico e irreal. Chegou até a haver um certa desaceleração nas pesquisas cientificas, afinal não importava mais provar que pode-se dividir uma célula infinitamente.
Antes desse movimento, as pessoas buscavam uma explicação científica para tudo, mas depois ninguém mais queria a explicação lógica e inteligente. Todos perceberam que a fantasia era bem melhor, que cada um poderia formular sua própria teoria para qualquer coisa, todas as lendas sobre os "porquês" voltaram à tona e todos os povos buscavam as raízes de suas culturas para saber algo, quando não encontravam, criavam uma nova cultura.
Em meados da década de 10 do século XXI, o mundo já não fazia sentido algum. Viam-se pessoas fantasiadas, nas ruas, nos supermercados e até nos escritórios você encontrava pessoas vestidas de Pantera Cor-de-Rosa ou Smurffle.
As casas tinham pinturas psicodélicas e, às vezes, achavam-se florzinhas desenhadas no meio da rua.
Com a população nesse incrível estado de espírito, era natural que as artes também seguissem esse caminho.
Leis Absolutas do Delírio Coletivo
1ª Lei Absoluta
PATAFÍSICA- Tudo é decidido pela imaginação e não pela razão.
2ª Lei Não Absoluta
Não encher as caras aos domingos.
Quem quer fazer sentido?
A realidade é relativa;
A Fantasia é bem melhor;
Arte, Poesia e Loucura.
3ª Lei Absoluta
Usar LSD.
4ª Lei Absoluta
Enlouquecer a Política.
5ª Lei Absoluta
Nenhum tipo de censura.
Mandar as preposições e a gramática pro inferno!
6ª Lei Absoluta
O que fazer em casos de incêndio?
Deixe queimar!
7ª Lei Absoluta
Jogar uma garrafa de conhaque no Delírio Coletivo
8ª Lei Absoluta
DELIRAR.
9ª Lei Absoluta
Assassinar a monotonia causada pela razão.
->:::<-
Ou não.
Período Nonsense
Ao longo da história, a maioria dos movimentos literários e artísticos contradiziam o movimento anterior. O Renascimento foi contra tudo o que a Era Medieval disse, o Realismo negava os fundamentos do Romantismo e assim por diante.
Já o movimento Nonsense resolveu que não gostaria de contradizer o movimento anterior, no caso, o Modernismo e a Pop Art, o Nonsense quis negar absolutamente tudo ou não negar absolutamente nada.
Sob a máxima "Pra que fazer sentido!?", esse movimento cria uma contradição de tudo e dele mesmo, com raízes em todos os estilos literários e tendo por característica a abolição da linguagem figurada, nada mais era figurativo, tudo era real, e o que era real não existia, ou existia, ou o que quer que o leitor prefira.
O que aconteceu foi que no fim do século XX e começo do século XXI, com o fim da Guerra Fria, a ascensão dos EUA como maior força política e econômica do mundo, detendo um poder quase imperialista e com a estagnação de todo e qualquer movimento revolucionário, o mundo conheceu um período de conformismo em que qualquer coisa era uma revolução. Andar fantasiado, por exemplo, ou simplesmente usar um nariz de palhaço pela rua, já causava um grande choque por quebrar a monotonia cotidiana. O movimento DC, autor da obra Sofia, foi um dos primeiro a notar isso e adotar a idéia do Nonsense.
Da idéia para a prática foi um pulo. Embora no começo, apenas algumas pessoas tivessem adotado essa "revolução", assim como em qualquer outra já ocorrida, o clima e as idéias sem sentido foram tomando proporções mundiais e o mundo conheceu uma época maravilhosa, onde a espontaneidade e a imaginação tomaram conta de todos e tudo passou a ser fantástico e irreal. Chegou até a haver um certa desaceleração nas pesquisas cientificas, afinal não importava mais provar que pode-se dividir uma célula infinitamente.
Antes desse movimento, as pessoas buscavam uma explicação científica para tudo, mas depois ninguém mais queria a explicação lógica e inteligente. Todos perceberam que a fantasia era bem melhor, que cada um poderia formular sua própria teoria para qualquer coisa, todas as lendas sobre os "porquês" voltaram à tona e todos os povos buscavam as raízes de suas culturas para saber algo, quando não encontravam, criavam uma nova cultura.
Em meados da década de 10 do século XXI, o mundo já não fazia sentido algum. Viam-se pessoas fantasiadas, nas ruas, nos supermercados e até nos escritórios você encontrava pessoas vestidas de Pantera Cor-de-Rosa ou Smurffle.
As casas tinham pinturas psicodélicas e, às vezes, achavam-se florzinhas desenhadas no meio da rua.
Com a população nesse incrível estado de espírito, era natural que as artes também seguissem esse caminho.
Leis Absolutas do Delírio Coletivo
1ª Lei Absoluta
PATAFÍSICA- Tudo é decidido pela imaginação e não pela razão.
2ª Lei Não Absoluta
Não encher as caras aos domingos.
Quem quer fazer sentido?
A realidade é relativa;
A Fantasia é bem melhor;
Arte, Poesia e Loucura.
3ª Lei Absoluta
Usar LSD.
4ª Lei Absoluta
Enlouquecer a Política.
5ª Lei Absoluta
Nenhum tipo de censura.
Mandar as preposições e a gramática pro inferno!
6ª Lei Absoluta
O que fazer em casos de incêndio?
Deixe queimar!
7ª Lei Absoluta
Jogar uma garrafa de conhaque no Delírio Coletivo
8ª Lei Absoluta
DELIRAR.
9ª Lei Absoluta
Assassinar a monotonia causada pela razão.
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Friday, November 11, 2005
Tuesday, November 08, 2005
Como ser Timóteo Pinto no orkut
Timóteos Pintos e Antonietas Aparecidas desse Brasil tem pedido a Timóteo Pinto insistentemente: "ah, me passa a senha do orkut aí, vái, me passa, me passa, pleeeeease"
Pessoal, vocês não estão entendendo, percebem? vocês não estão entendendo
Para não acontecer o que aconteceu com a conta do primeiro Timóteo Pinto orkutiano, que teve a senha modificada, Timóteo Pinto recomenda você ser seu próprio Timóteo Pinto.
Com um email gratuito qualquer é facílimo de fazer. Siga os seguintes passos:
1 - Faça uma conta em um email gratuito: Gmail, Yahoo Mail, Hotmail, ou qualquer outro. Se você quiser uma conta no Gmail, mande um email para Timóteo Pinto (timoteop@gmail.com), que ele te manda um convite.
2 - Faça uma conta no Google com esse email recém criado
pronto, agora você também é Timóteo Pinto no orkut
não é facil?
Timóteos Pintos e Antonietas Aparecidas desse Brasil tem pedido a Timóteo Pinto insistentemente: "ah, me passa a senha do orkut aí, vái, me passa, me passa, pleeeeease"
Pessoal, vocês não estão entendendo, percebem? vocês não estão entendendo
Para não acontecer o que aconteceu com a conta do primeiro Timóteo Pinto orkutiano, que teve a senha modificada, Timóteo Pinto recomenda você ser seu próprio Timóteo Pinto.
Com um email gratuito qualquer é facílimo de fazer. Siga os seguintes passos:
1 - Faça uma conta em um email gratuito: Gmail, Yahoo Mail, Hotmail, ou qualquer outro. Se você quiser uma conta no Gmail, mande um email para Timóteo Pinto (timoteop@gmail.com), que ele te manda um convite.
2 - Faça uma conta no Google com esse email recém criado
pronto, agora você também é Timóteo Pinto no orkut
não é facil?
Saturday, November 05, 2005
PIPA - Partido Interestelar Parrachiano Anarco-Discordiano
Nonsense
Psicodelia
Surrealismo
Estranhamento Cognitivo
Psicose
Histeria
Site Oficial: http://pipa.fateback.com
Blog: http://pipa55.blogspot.com
Comunidade no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=3101865
Nonsense
Psicodelia
Surrealismo
Estranhamento Cognitivo
Psicose
Histeria
Site Oficial: http://pipa.fateback.com
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Comunidade no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=3101865
Monday, October 10, 2005
A argumentação (sur)realista como geradora de confusão
Entendemos a confusão, o caos individual e o não-sentido como o primeiro momento de desterritorialização do indivíduo. Sendo através deste ato apriore, carregado de sentimento nonsense, o impulso inicial de uma pretensa reação cheia de significado, contestador por si só.
Entendemos a confusão, o caos individual e o não-sentido como o primeiro momento de desterritorialização do indivíduo. Sendo através deste ato apriore, carregado de sentimento nonsense, o impulso inicial de uma pretensa reação cheia de significado, contestador por si só.
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